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Pedro Cotter&Companhia

O espacinho da minha família na Web!

De onde venho          História Recente

O texto que se segue é uma tradução livre do Inglês de um Diploma emitido pelo "THE HISTORICAL RESEARCH CENTER" que certifica o sobrenome COTTER como tendo as suas origens na Irlanda.

    O texto explana o seguinte:

    " Foi apenas na idade média que os sobrenomes foram introduzidos para diferenciar pessoas que usassem o mesmo nome pessoal ou cristão.

    Com o crescimento da documentação nas administrações dos governantes medievais, que procuravam maneiras de melhorar os sistemas de cobra de impostos, tais sobrenomes tornaram-se essenciais.

    O sobrenome Irlandês "COTTER" é a forma anglicanizada do gálico "Mac Oitir", (como em muitos outros nomes, o "c" final de "Mac", tornou-se a primeira letra quando estes foram anglicanizados).

    O sobrenome COTTER é encontrado quase exclusivamente no condado de Cork, (County Cork), onde predominava no sec XIII. Não existem menos de oito localidades nesse condado que não usem o sobrenome de Cotter. Ballymacotter é apenas um exemplo.

    Provavelmente a primeira referência do nome nos registos Irlandêses está no documento "Annals of the Four Masters", do ano 1142, aquando o filho de Mac Oitir assumiu a "liderança e governo de Dublin".

    No sec XVI, dois famosos poetas gálicos foram portadores dos nomes William e Thomas Cotter."

    O comandante de exército do Rei James II, em Clare, foi um tal Sir James Cotter, e o seu neto (também James), foi feito baronet ao converter-se à fé protestante."  


Brasão de Armas

Escudo: Azul, com três salamandras enroladas.
Tradução: Azul, representa Lealdade e Verdade.
Ornamento: Um Braço direito curvado, protegido com armadura, empunhando um dardo.
Tradução: O braço representa uma pessoa dinâmica e trabalhadora.
Lema:
"Dum Spiro, Spero"
Tradução: Enquanto respiro tenho esperança.
Origem: IRLANDA

"...Sim já sei de onde venho...tudo o que tocam as minhas mãos se torna luz e o que lanço não é mais do que carvão. Certamente, sou uma chama!" - Nietzsche, 1888